Janelas

 

Acabo de realizar, no Santander em Porto Alegre, 5 encontros em torno de janelas e cinema. Fugindo dos ciclos tradicionais (escolha dos filmes por diretores, países, época, estilo, gênero etc) a opção por uma “forma”, a janela, permitiu reunir obras tão díspares como A JANELA ABERTA de Philippe Barcinski, DA JANELA DO MEU QUARTO de Cao Guimarães, A DAMA OCULTA de Hitchcock e LÀ-BAS de Chantal Ackerman. Para acompanhar os filmes, foram lidos poemas e mostradas reproduções de quadros.

Podemos pensar numa mostra de filmes e que as mãos tivessem um papel fundamental na narrativa ou na composição das personagens. Por exemplo O NASCIMENTO DE UMA NAÇÃO de Griffith, PRIMARI de Robert Drew, NÃO AMARÁS de Kieslovski e evidentemente SANTIAGO de João Moreira Salles. E certamente muitos outros.